O isolamento social levou ao aumento de casos de violência contra pessoas com deficiência Intelectual. Denunciar é a melhor saída!

A realidade de crianças e adolescentes com deficiência intelectual durante a pandemia do novo coronavírus tem sido mais cruel. Com o isolamento social cresceu a violência doméstica e as agressões se tornaram, em muitos ambientes, diária.

O Estatuto da Criança e do Adolescente determina, por lei, que nenhuma criança ou adolescente seja exposto a qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Entretanto, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a covid-19 deixou algumas crianças mais vulneráveis à violência e ao sofrimento psicossocial com a suspensão das aulas e a paralização dos atendimentos das entidades que atendem a pessoas portadoras de deficiências. Neste momento, as crianças e os jovens estão mais tempo dentro de casa e enfrentam, com a família, a falta de recursos e as inseguranças.

Em todo o Brasil, todos os dias, são mais de 200 casos de agressões físicas, psicológicas e tortura notificados contra crianças e adolescentes, tendo como autores pessoas do círculo familiar.

Cuidado com atitudes suspeitas

É importante ter atenção às atitudes e comportamentos que possam levar à violência e, caso necessário, denuncie, independentemente de serem pessoas da própria família da criança ou do adolescente ou aqueles que convivem com eles. Procurar ajuda profissional quando necessário e denunciar o agressor garante cuidado com a vida e o bem-estar.

Entre em contato e denuncie!

Disque 100 ou procure o Conselho Tutelar mais próximo.