A alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico a substâncias presentes nos alimentos e pode surgir em qualquer fase da vida.
De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças alérgicas mais comuns são a rinite e a asma, seguidas pelas alergias alimentares. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), essas reações atingem até 8% da população.
Sintomas
Os sintomas variam de leves como coceira, vermelhidão e desconforto na pele até graves, com dificuldade para respirar e queda de pressão arterial, que podem levar ao risco de morte sem atendimento médico imediato.
A intensidade da reação depende da sensibilidade individual: há pessoas que reagem a quantidades mínimas, enquanto outras apresentam sintomas apenas em exposições maiores.
Em casos severos, até o contato com vestígios do alimento como o simples fato de passar em frente a uma padaria pode desencadear uma crise alérgica.
Tratamento
O tratamento pode começar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Se necessário, o paciente é encaminhado a especialistas, como alergologista, pneumologista ou dermatologista.
Mas é essencial lembrar: todo tratamento deve ser orientado por um profissional da saúde.
Atenção Redobrada Durante a Amamentação
Durante o aleitamento materno, alguns bebês podem apresentar sintomas de alergia caso a mãe consuma um alimento ao qual a criança seja sensível. Por isso, se houver qualquer reação, é importante buscar avaliação médica.
Principais Alimentos Alergênicos
Qualquer alimento pode causar alergia, dependendo da sensibilidade de cada pessoa. Os alimentos que têm esse efeito são chamados de alergênicos.
Você sabia que existem 18 alimentos e substâncias que, por lei, devem ser destacados nos rótulos por poderem causar alergias?
Além dos mais conhecidos: leite, ovo e amendoim a lista da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) inclue:
- Trigo, centeio, cevada e aveia
- Soja,
- Peixes e crustáceos,
- Nozes e castanhas, como avelãs, amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-brasil, pecãs, macadâmias, pistaches e pinoli,
- E até o látex natural.
Por isso, ao comprar qualquer alimento industrializado, leia o rótulo com atenção, identificar esses ingredientes pode fazer toda a diferença para sua saúde e de quem você ama.
Como Identificar nos Rótulos
Saber ler rótulos é a forma mais segura de evitar reações alérgicas.
Em muitos casos, esses alimentos aparecem com os nomes de seus derivados na rotulagem. Seguem alguns exemplos:
- Leite: caseína, caseinato, soro de leite, queijo, manteiga, iogurte, requeijão, whey protein;
- Ovo: clara de ovo, gema de ovo, albumina, ovo em pó;
- Soja: molho shoyu, tofu, PTS (proteína texturizada de soja), proteína isolada de soja, lecitina de soja;
- Trigo: farinha de trigo, semolina, glúten.
O antigo termo “traços de” não é mais utilizado, mas os rótulos podem trazer alertas sobre possível contaminação cruzada, quando um alimento entra em contato com outro durante o preparo, transporte ou armazenamento. Isso é especialmente importante para pessoas com alergias severas.
Dúvidas Frequentes Sobre Alergia Alimentar
Alergia ao leite x Intolerância à lactose:
A intolerância acontece quando o corpo não digere a lactose (o açúcar do leite) por falta da enzima lactase.
Já a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) é uma reação do sistema imunológico à proteína do leite.
Por isso, pessoas com APLV não podem consumir leite sem lactose, pois as proteínas continuam presentes.
Whey protein:
Quem tem alergia ao leite não deve consumir o whey tradicional, pois ele vem do soro do leite.
Hoje, há opções veganas, feitas com proteínas vegetais, que podem ser alternativas seguras desde que não existam outras alergias associadas.
Cuidados e Orientação Médica
A principal forma de prevenção é evitar o consumo do alimento causador da alergia.
Por isso, identificar os alérgenos (alimentos ou substâncias que causam alergia) na rotulagem é essencial para manter uma alimentação segura.
Se surgir qualquer sintoma após ingerir um alimento suspeito, procure atendimento médico.
Nunca inicie tratamento por conta própria. Apenas um profissional de saúde pode indicar o diagnóstico e os cuidados adequados.
Divina Dieta: Segurança e Qualidade para Pessoas com Alergias Alimentares
Para quem convive com alergias alimentares ou restrições específicas, encontrar produtos confiáveis pode ser um desafio.
A Divina Dieta é uma marca comprometida em oferecer alimentos cuidadosamente produzidos, seguindo rigorosos padrões de qualidade e evitando os principais alérgenos listados pela ANVISA.
Os produtos são elaborados em ambiente controlado, sem risco de contaminação cruzada.
Assim, a Divina Dieta se torna uma opção confiável para pessoas com alergia alimentar, inclusive quem tem Doença Celíaca e precisa evitar o glúten.
É possível manter uma alimentação saborosa, variada e segura sem abrir mão do prazer de comer bem.
Leia os rótulos, fique atento aos sinais e, em caso de dúvida, procure um médico.
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